01
Em quais casos ela pode ser avaliada?
A técnica pode ser considerada em pessoas selecionadas com dor na perna causada por hérnia lombar, quando o tratamento não cirúrgico não trouxe melhora suficiente e a imagem confirma compressão compatível. Déficits neurológicos — perda de força, sensibilidade ou outra função dos nervos — podem alterar o momento da decisão.3,2
02
Ela é melhor do que a microdiscectomia?
Não existe superioridade universal. Uma revisão sistemática encontrou resultados semelhantes de dor na perna e função em médio e longo prazo entre a técnica endoscópica transforaminal e a microdiscectomia aberta. A qualidade da evidência e a seleção dos casos devem ser consideradas.1
03
Quais limites e riscos precisam ser discutidos?
Persistência ou retorno dos sintomas, necessidade de nova cirurgia, sangramento, infecção, lesão da raiz nervosa e lesão da membrana que envolve os nervos estão entre os riscos possíveis. A frequência varia conforme técnica, diagnóstico e características do paciente.1,2
O tamanho da incisão, o tipo de anestesia, o período de internação e o retorno às atividades variam. Eles não devem ser prometidos antes da avaliação individual.1
Evidência
Fontes desta página
- Percutaneous transforaminal endoscopic discectomy versus open microdiscectomySystematic review and meta-analysis · 2021
- Diagnosis and Treatment of Lumbar Disc Herniation with RadiculopathyNorth American Spine Society · 2012
- Low back pain and sciatica in over 16s: assessment and management (NG59)National Institute for Health and Care Excellence (NICE) · 2016, atualizado em 2020