Medicina
Universidade de São Paulo · FMRP-USPFormação médica na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, com produção científica inicial em ortopedia e fraturas periprotéticas do fêmur.
Dr. Guilherme Porceban é ortopedista e cirurgião de coluna formado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), com especialização e mestrado em Cirurgia Translacional pela UNIFESP. Atende no HCor e em consultório próprio, com atuação hospitalar também associada ao Hospital Israelita Albert Einstein.


A cirurgia é considerada quando os benefícios esperados superam os riscos. A decisão leva em conta o diagnóstico, os tratamentos já realizados e a presença de alterações neurológicas. Quando há indicação, a técnica e o acesso são escolhidos conforme o problema, a anatomia, os benefícios esperados e os riscos de cada caso.


A mesma queixa — “dor nas costas” — pode vir de quatro regiões muito diferentes. Identificar qual região está envolvida é o primeiro passo da consulta. Selecione abaixo o segmento mais próximo do seu sintoma.
Cinco vértebras que sustentam o peso do tronco. Origem mais comum de dor que irradia para a perna (ciatalgia). Área de especialização clínica.
Nos quadros degenerativos comuns e sem sinais de alerta, o cuidado geralmente começa sem cirurgia, com orientação, movimento ou fisioterapia e medicamentos quando indicados. Isso não se aplica automaticamente a mielopatia, fratura, tumor, infecção, trauma importante, perda progressiva de força ou alteração nova da função urinária ou intestinal. Essas situações exigem avaliação médica rápida e podem mudar a prioridade e o tratamento.
O Dr. Guilherme Porceban é ortopedista e cirurgião de coluna em São Paulo, com CRM-SP 169162 e RQE 84726. Seu currículo Lattes resume sua trajetória: medicina pela USP, residência no HCFMRP-USP, cirurgia de coluna pela EPM/UNIFESP, mestrado acadêmico com bolsa CNPq e produção científica em dor ciática, hérnia de disco e coluna.
Formação médica na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, com produção científica inicial em ortopedia e fraturas periprotéticas do fêmur.
Residência médica em serviço universitário de alta complexidade, com atuação assistencial e pesquisa em coluna vertebral.
Especialização de 1080 horas em Cirurgia de Coluna; trabalho sobre o impacto da lombociatalgia aguda na rotina e função da população brasileira.
Dissertação sobre parâmetros clínicos e radiográficos como preditores de eficácia da prednisona oral no tratamento da dor ciática aguda.
Médico assistente e preceptor
Faculty no curso avançado de cirurgia endoscópica percutânea da coluna lombar
Membro do corpo clínico como cirurgião de coluna
Membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia
Membro titular da Sociedade Brasileira de Coluna
Médico em enfermaria, emergência e clínica médica
Linha de pesquisa sobre corticoesteroides sistêmicos no tratamento da dor radicular aguda.
Projeto sobre resultados tardios de tratamento minimamente invasivo em fraturas toracolombares.
Estudo histológico da morfometria da placa vertebral terminal em coluna torácica e lombar.
Linha de pesquisa iniciada na FMRP-USP, com foco em placas de estabilidade angular.
Coautor de dois trabalhos premiados no 49º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, nas categorias Estudo Anatômico e Estudo Experimental, especialidade Coluna. Consultar notícia da FMRP-USP.
PROATO/SBOT, Artmed Panamericana, 2020.
2ª edição, Di Livros, 2021.
2ª edição, Di Livros, 2018.
Hérnia de disco, placa vertebral terminal, fraturas e ortopedia.

Faculty no Advanced Course in Percutaneous Endoscopic Surgery of the Lumbar Spine, realizado em Barretos em novembro de 2021.
Coluna de opinião
Dor lombar, afastamentos, sobrediagnóstico por imagem, judicialização e técnicas minimamente invasivas como a discectomia endoscópica percutânea.
Fonte: Porceban GH. A dor do trabalhador é sentida pela sociedade. Times Brasil · CNBC, Brazil Health, 22 abr. 2026.Artigo de opinião
Reflexão sobre ciência, evidência e responsabilidade pública na medicina.
Fonte: Porceban GH. Não há como ter paz o cientista que vê ataque onde há questionamentos. Folha de S.Paulo, Opinião, 9 mar. 2026.Matéria de saúde
Comentário técnico sobre fatores que explicam a alta de queixas de dor lombar e quando procurar avaliação especializada.
Fonte: A epidemia silenciosa de dor nas costas. G1 · Globo, Saúde, 26 mar. 2026.Coluna Letra de Médico
Artigo sobre escala 6x1, dor lombar, afastamentos por incapacidade e o custo humano do adoecimento ligado à jornada de trabalho.
Fonte: Porceban GH. O elevado preço da jornada de trabalho para o corpo e a saúde. VEJA, Letra de Médico, 26 mar. 2026.Entrevista de TV
Conversa sobre saúde da coluna, prevenção da dor lombar e o papel da cirurgia minimamente invasiva.
Fonte: Participação de Dr. Guilherme Porceban no programa Bendita Hora. Rede Vida, 24 jan. 2025.Uma técnica minimamente invasiva usa acessos menores e instrumentos específicos. Isso não significa cirurgia sem riscos. A cirurgia de coluna é considerada quando o tratamento não cirúrgico não melhora dor ou função, quando há perda progressiva de força ou quando sintomas e exames mostram um problema relevante. A escolha da técnica nasce do diagnóstico, não do contrário. Para dor lombar com dor que desce para a perna, a diretriz NICE também relaciona a decisão aos sintomas, aos exames e à resposta ao cuidado não cirúrgico.
Esta comparação explica diferenças de acesso. Ela não prevê o resultado de uma pessoa. A escolha exige avaliação individual. Consultar revisão sistemática.
Na endoscopia da coluna, uma câmera fina ajuda o cirurgião a visualizar a área tratada. O acesso, a anestesia e o tempo de observação dependem do diagnóstico e das condições de cada pessoa.
Situações em que pode ser consideradaBase clínica: Revisão sistemática sobre endoscopia e microdiscectomia. A revisão trata de hérnia de disco lombar e não define uma técnica como melhor para todas as pessoas.
A indicação, a anestesia, o período de observação e a retomada de atividades são definidos individualmente. Nenhuma técnica é adequada para todas as pessoas.
A microcirurgia tubular usa um pequeno tubo para manter um caminho até a coluna. Por esse acesso, o cirurgião pode liberar estruturas nervosas em situações selecionadas.
Situações em que pode ser consideradaBase clínica: Revisão sistemática sobre descompressão tubular na estenose lombar. Alguns resultados perioperatórios favorecem a abordagem tubular, enquanto os desfechos relatados pelos pacientes são semelhantes. A heterogeneidade e o predomínio de estudos retrospectivos tornam a evidência insuficiente para afirmar superioridade geral sobre a cirurgia aberta.
A indicação, a anestesia, o período de observação e a retomada de atividades são definidos individualmente. Nenhuma técnica é adequada para todas as pessoas.
Artrodese é uma cirurgia planejada para estabilizar e unir vértebras. Na abordagem percutânea, os implantes são posicionados por acessos menores, quando essa opção é adequada.
Situações em que pode ser consideradaBase clínica: Diretriz NASS sobre espondilolistese lombar degenerativa. A diretriz discute quando a fusão pode ser considerada; não afirma que o acesso percutâneo seja sempre superior.
A indicação, a anestesia, o período de observação e a retomada de atividades são definidos individualmente. Nenhuma técnica é adequada para todas as pessoas.
ACDF é a sigla em inglês para retirar um disco da região do pescoço pelo acesso anterior e estabilizar as vértebras envolvidas. A necessidade desse procedimento depende da causa e dos efeitos da compressão.
Situações em que pode ser consideradaBase clínica: Diretriz NASS sobre radiculopatia cervical degenerativa. A diretriz aborda estratégias como ACDF; a indicação e os detalhes do procedimento permanecem individuais.
A indicação, a anestesia, o período de observação e a retomada de atividades são definidos individualmente. Nenhuma técnica é adequada para todas as pessoas.
A agenda pública organiza consultas no HCor Paraíso, no HCor Cidade Jardim e no consultório particular. A disponibilidade, convênio, particular ou reembolso é confirmada no momento do agendamento.
Rua Desembargador Eliseu Guilherme, 147 — Paraíso, São Paulo - SP, 04004-030
Consultas em unidade hospitalar no Paraíso
Consultas — segundas e terças-feiras
Plataforma criada em 2023 para complementar o tratamento entre as consultas presenciais: educação sobre o problema de saúde, organização de dúvidas e acompanhamento ao longo do tempo. Abaixo, uma prévia educacional. Não fornece diagnóstico.
Conteúdo educacional. Não substitui consulta, diagnóstico, prescrição nem atendimento de emergência.
O Dr. Guilherme Porceban é ortopedista e cirurgião de coluna em São Paulo (CRM-SP 169162, RQE 84726). Formou-se em medicina pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, fez residência em Ortopedia e Traumatologia pelo HCFMRP-USP, especialização em Cirurgia da Coluna pela EPM/UNIFESP e mestrado em Cirurgia Translacional pela UNIFESP, com pesquisa em dor ciática aguda.
Hérnia de disco cervical e lombar, dor ciática, estenose de canal lombar, espondilolistese, escoliose e deformidades, além de fraturas vertebrais e disfunção sacroilíaca. Muitos quadros permitem cuidado sem cirurgia, conforme o diagnóstico e a avaliação individual.
A cirurgia pode ser considerada quando um tratamento não cirúrgico bem conduzido não melhora a dor ou a função. Ela também pode ser indicada diante de perda progressiva de força ou outros problemas neurológicos. A decisão depende da consulta, do exame físico e da relação entre os sintomas e os exames de imagem.
É uma técnica minimamente invasiva usada em casos selecionados de hérnia de disco lombar. O cirurgião utiliza uma câmera e instrumentos por uma pequena incisão para retirar parte do disco relacionada aos sintomas. Esse acesso não determina sozinho o resultado. Nenhuma técnica é a melhor para todos; a escolha depende do diagnóstico e da anatomia.
Não. Em geral, o cuidado começa sem cirurgia, com orientação para manter atividades, fisioterapia e medicamentos quando indicados. A possibilidade de cirurgia é avaliada individualmente quando os sintomas continuam apesar do tratamento adequado ou quando aparecem sinais neurológicos, como perda progressiva de força.
A agenda pública lista consultas no HCor Paraíso, no HCor Cidade Jardim e no consultório particular. Fontes públicas também associam o Dr. Porceban ao corpo clínico do HCor, do Hospital Israelita Albert Einstein e do Hospital Vila Nova Star; a disponibilidade deve ser confirmada no agendamento.
Alguns sinais neurológicos exigem pronto-socorro imediato. Outros fatores pedem avaliação médica sem demora:
Fraqueza progressiva, alteração nova da função urinária ou intestinal — incluindo dificuldade para urinar ou perda de controle — e dormência na região íntima exigem pronto-socorro. Febre junto com dor na coluna, perda de peso sem explicação ou histórico de câncer pedem avaliação médica sem demora; febre alta, sintomas intensos ou piora do estado geral justificam um serviço de emergência. O agendamento online não é atendimento de emergência.
Primeiro, verifique se há algum sinal de alarme. Fraqueza progressiva, alteração nova da função urinária ou intestinal — incluindo dificuldade para urinar ou perda de controle — e dormência na região íntima exigem pronto-socorro. Febre com dor na coluna, perda de peso sem explicação ou histórico de câncer pedem avaliação médica sem demora. Sem esses sinais, observe quando a dor começou, o que a piora e se ela desce para o braço ou a perna. O questionário do site não define o diagnóstico nem a urgência.
Esta orientação educativa verifica apenas os sinais e fatores de alerta listados. Ela não fornece diagnóstico nem classifica a urgência de todos os casos.
Fraqueza progressiva, dormência na região íntima ou alteração nova da função urinária ou intestinal, incluindo dificuldade para urinar ou perda de controle, exigem pronto-socorro imediato. Febre junto com dor na coluna, perda de peso sem explicação ou histórico de câncer pedem avaliação médica sem demora; com febre alta, sintomas intensos ou piora do estado geral, procure uma emergência. Sem esses sinais, o questionário não consegue definir a urgência.
Fraqueza progressiva, dormência na região íntima ou alteração nova da função urinária ou intestinal, incluindo dificuldade para urinar ou perda de controle.